terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Alma de poeta

14/7/2008
Alma de poeta

Alma de poeta



Hoje eu acordei com alma de poeta

E resolvi fazer uma poesia

Falando de coisas de nosso dia-a-dia

E fui atender quem bate à porta:



Se for amor ou desventura... O que queria.

E as palavras, que tem o que importa?

Se um poema só ler quem dele gosta.

Pois dele subtrai-se o amor e a fantasia.



Sei apenas que sou um ignoto idiota.

A procura de alguma companhia.

Sem cometer por desatino nenhuma ignomínia.



Paciência, pois minha inspiração, inda que morta.

Buscarei a última gota de sangue da artéria aorta.

Mesmo assim serei punido pela falta de harmonia



Francisco Gonçalves de Oliveira



14 de julho de 2008Eu e a Dalva no casamento

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